Você ainda está preso em um casulo? Mistérios, curiosidades, paranormalidade, misticismo, cultura, conspirações e muito mais!!! Entre o mito e a realidade existe apenas sua forma de pensar. Rompa seu casulo e quebre paradigmas sobre tudo o que você sabe (ou achou que sabia...)

Quarta-feira, Outubro 22, 2008

LINHAS DE LEY, A ENERGIA DA TERRA

Como sempre, está complicado postar com regularidade. Mas dessa vez o tempo foi bem maior. De qualquer forma, hoje resolvi postar um tema bastante interessante e pouco conhecido. Este tema me veio à cabeça enquanto assistia a um documentário no The History Channel e um dos assuntos falava justamente disto: as linhas de ley.
Se você nunca ouviu falar nisso, não se assuste. Decide escrever um pouco justamente para tornar o assunto mais conhecido. Não entendo muito bem como funciona a coisa, por isto a idéia é soltar o assunto para que quem tiver interesse pesquise melhor a respeito.
Vamos lá, o que são as Linhas de Ley?
O interesse neste assunto nasceu em 1922 com a publicação de Early British Trackways pelo arqueólogo Alfred Watkins (1855-1935). Baseado no fato de que num mapa de Blackwardine, Inglaterra, conseguia ligar vários pontos antigos com uma série de linhas retas, convenceu-se de que tinha descoberto uma antiga rota comercial antiga.
Porém, Watkins estava estudando algo que há milênios já era conhecido pelos Chineses e também pelos Hindus: as linhas energéticas da Terra.
Pitágoras, em 500 a.c. já havia teorizado tais linhas. Platão também desenvolveu sua teoria, desenhando através de cubos.
Sem falar muito sobre a parte histórica coisa, vamos direito ao assunto mais interessante. (Àqueles que quiserem saber um pouco mais sobre dados arqueológicos e históricos ligados com as “esferas” de estudo das Linhas de Ley, sugiro a leitura de um post bem antigo - que ainda deve estar – no Blogger Sedentário & Hiperativo.
O que ocorre é quando estudamos as retas e as seqüências das chamadas Linhas de Ley, passamos por ponto no mínimo curiosos: as Pirâmides (é claro, não podia faltar não é mesmo), Stonehenge, e outros lugares e cidades “sagradas”.
A grande maioria dos grandes centros (modernos ou antigos) estão localizados exatamente sobre os pontos de cruzamento das tais linhas de ley.
Se pegarmos um mapa mundi e sobrepusermos as linhas de ley, verificaremos que em cada “x” (cruzamento de linhas) temos um ponto importante na Terra.
Claro, talvez seja uma mera coincidência. Mas essa a idéia do blogger: romper o casulo, não é mesmo?
Pesquise um pouco mais sobre o assunto e você descobrirá que as cidades do Cairo, Londres, Paris, Berlin, Moscou, Washington, Brasília, Kiev, Roma, Constantinopla, Jerusalém, Meca, Oxford, Rotterdan, Berlin, Chartres, Altamira, Barcelona, Frankfurt, Córdoba, Hamburgo, Lourdes, Roma, Atenas, Delfos etc etc estão sobre estes cruzamentos.
É tudo como se a própria Terra tivesse sua geometria sagrada.
Como dito, estas linhas seriam as linhas energéticas da Terra (assim como o corpo humano possui seu sistema nervoso).
O curioso é que em algumas cruzamentos triangulares encontramos diversos ponto de elevada concentração de energia na Terra (ao céticos, eu diria “de elevada concentração de acontecimentos misticóides”). São eles: Stonehenge, Triangulo das Bermudas, Pirâmides do Egito, Himalaia, etc (tem até na Amazônia hehe).
De qualquer forma, todos os círculos de pedra, pirâmides e oráculos gregos estão localizados sobre estes nodos e se tudo for uma mera coincidência temos apenas 4.862 “coincidências”.

Deixe seu comentário:
Quinta-feira, Setembro 11, 2008

STONEHENGE, A CALCULADORA DE PEDRA

Fiquei sem postar mais tempo que o usual. Ando meio sem tempo para escrever. Gosto de fazer isso, mas leva tempo ficar pesquisando aqui e ali o tema. Portanto, para não quebrar a seqüência no mínimo semanal, resolvi fazer um post curto sobre Stonehenge.
Stonehenge é uma estranha construção megalítica dos povos britânicos primitivos. Segundo os arqueólogos foi construído entre 2800 e 1100 a . C. ao longo de três fases.
Trata-se de um conjunto de enormes blocos de pedras dispostos de forma circular, com outras pedras fechando um círculo superior. Algumas dessas pedras têm 45 toneladas e 5 metros de altura.
Não se sabe exatamente para que a construção de Stonehege foi erguida, mas acredita-se tratar de algum culto religioso dos antigos Druidas.
Tampouco, muito pouco se sabe sobre quem levantou Stonehenge.
No mito, os antigos bretões atribuíam ao mago Merlim o levantamento das pedras e acreditaram por muitos anos que as pedras tinham poder curativo que conseguiam curar todo o tipo de doenças.
Para não fugir da temática do blogger, é claro que não faltam teorias de que, assim como as pirâmides e outras obras, Stonehenge também tenha sido levantada pelos Atlantes.
Acontece que, analisadas as pedras utilizadas, os historiadores concluem que foram trazidas das Montanhas de Gales, a distancias de 400 km (!) com direito a travessia marítima.
Não faltam pesquisadores tentando interpretar o significado de Stonehenge, alguns ligandoo a símbolos matemáticos, comparando a simbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios...
A maioria dos historiadores que estudaram Stonehenge afirma que o este era usado como uma “calculadora de pedra”, isto é, um verdadeiro computador natural para prever o nascimento do Sol e da Lua no solstício e no equinócio.
A mais antiga referência ao monumento, supõe-se, é a que faz o grego Hecateu de Abdera na sua "História dos Hiperbóreos", datada de 350 a.C. :
"ergue-se um templo notável, de forma circular, dedicado a Apolo, Deus do Sol..."
Aí a gente já pode começar especular, não é mesmo?
Por que motivo as pedras foram trazidas das montanhas de Gales, implicando num deslocamento de centenas de quilômetros, quando não faltavam pedreiras na vizinhança?
Que métodos usaram as pessoas da Idade do Bronze para transportar e erguer os colossais blocos, que chegam a pesar 45 toneladas?
E a que uso se destinava Stonehenge? Era um templo do Sol? Ou tratava-se de um gigantesco observatório celeste como sugerem uma série de alinhamentos astronômicos precisos?
Lá vêm os alinhamentos.
O alinhamento de Stonehenge ao meio-dia do solstício é talvez a maior manifestação da “Astronomia pré-histórica”. O eixo do alinhamento de Stonehenge encontra-se na direção do nascer do sol no solstício de Inverno, e em direção ao pôr-do-sol no solstício de Verão.
Bom, deixo como curiosidade e a título de pesquisa para que os interessados procurem mais sobre o assunto. Há novas teorias sobre a construção, uma novíssima pesquisa cientifica inclusive fala de Stonehenge ter sido um grande cemitério. Há um vídeo interessante para os mais céticos, no youtube. Nele certo pesquisador usa técnicas “ultra normais” e “caseiras” (nada de Atlantes ou ETs) para mover e erguer enormes blocos de pedra. Com isto, ele tenta provar que Stonehenge é só mais uma construção antiga, nada de mistérios envolvidos.
O vídeo is all in English. Mas mesmo que você não compreenda Inglês, dá para pegar a idéia.
Ahhh sugiro aos que se interessarem pelo assunto, que pesquisem também sobre os círculos nas plantações inglesas, próximas a Stonehenge.
Considerados verdadeiras obras de arte por estudiosos e especialistas, estima-se que cerca de 10 mil destas enigmáticas figuras já foram encontradas em todo o mundo, sobretudo no sudoeste da Inglaterra (região onde se situa Stonehenge). Neste local a percentagem de incidência destas figuras chega a 98% de todos os círculos já encontrados. Os outros 2% foram encontrados na Austrália, Estados Unidos, França e Canadá.
Os círculos ingleses são na verdade um emaranhado de formas geométricas de diversos tamanhos dispostas de maneira extremamente organizada. Em alguns casos extremos, círculos compostos por mais de 200 figuras geométricas perfeitamente dispostas, numa extensão que vai além de 300 metros de comprimento, já foram encontrados sem que os estudiosos – incluindo os do governo britânico – tivessem a menor idéia de como foram feitos. Os estudos estimam que 30% desses desenhos geométricos sejam falsos. Ou melhor, tentativas de falsificação dos originais, para criar um certo alarde na mídia.
Vale a pena ler a respeito dos 70% restantes não é mesmo?



Deixe seu comentário:
Quinta-feira, Agosto 28, 2008

ERAM OS DEUSES ASTRONAUTAS?

Enfim encontrei um tempinho pra escrever algumas informações sobre o assunto que havia falado em posts anteriores: O 12º Planeta.
Sugiro que antes de ler este post você leia os posts sobre Pirâmides, Os Continentes Perdidos e os Gigantes, assim muitas das coisas se encaixarão e farão algum sentido.
Bom, o que seria o 12º Planeta? A ciência atual reconhece apenas 9 planetas (8 se considerarmos que Plutão foi rebaixado à categoria de Planeta Anão).
Sendo assim, considerando 9 planetas, para que chegássemos a um 12º, faltariam ainda dois. Mais que conversa é essa?
Bom, eu não tenho nada a ver com isso. Os responsáveis por esse assunto são nada mais nada menos que a civilização mais antiga conhecida pela arqueologia: Os Sumérios.
Antes de chegar ao dito cujo, o tal 12º Planeta, vamos falar um pouquinho sobre a Civilização Suméria.
Esta civilização, de acordo com o que está estabelecido pela ciência atual, surgiu por volta de 3.000 a.c. a 3.500 a.c. São conhecidos como a primeira civilização no sentido estrito da palavra (desenvolvimento, progresso, cultura, etc). Foi a culminação do aparecimento do Homo Sapiens . A ciência, com base nas teorias Darwinistas, data a idade geológica da Terra em bilhares de anos, e o aparecimento do homem (dentro deste espaço de tempo) teria ocorrido recentemente. Nunca fui bom de Biologia, mas com certeza você lembra-se das aulinhas de 8º série: Australopithecus, Homo Erectus, Homo Habilis, Homo Sapiens Neanderthalensis, Homo Sapiens Sapiens.
O problema com essa macacada toda é que se levaram milhares e milhares de anos desde o primeiro primata até a primeira espécie homo e, de repente, como que num passe de mágica, surge o homo sapiens. Parece haver alguma discrepância aí, milhares de anos para o homem “ficar em pé” e apenas mais alguns poucos para ele “ficar inteligente”??? [um cientista evolucionista me mataria se lesse isso. Surgiu e pronto, foi mais rápido que todo tipo de evolução, mas foi evolução (!)].
Bom, cientistas a parte, os Sumérios têm lá suas explicações bem interessantes.
Esse povo nos deixou um legado de diversas tábuas e registro de sua cultura, religião, organização social, etc.
Segundo seus escritos, o homem, tal qual o conhecemos hoje, teria sido resultado da criação dos Deuses (ohhhh, criacionismo?). Bom, não é bem por aí. As traduções das escritas cuneiformes apresentam tais Deuses como seres vindos de outro planeta. Estes seres humanóides não teriam sido os criadores da Terra (deixe isso para Deus ou para o Big Bang, como quiser), mas os criadores do homem tal qual o conhecemos. Primeiro eles teriam chegado aqui e estabelecido suas próprias cidades. A região em que teriam se estabelecido era um terreno pantanoso e aquoso [“... e o vento de Deus (Ru’ach) pairava sobre as águas.”]. Como tinham tecnologia suficiente para fazer uma viagem inter-espacial certamente já conheciam também a codificação genética. Após um longo período na Terra, um Conselho decidiu criar um homem (LU.LU) com habilidades semelhantes às suas para que pudesse trabalhar a Terra em seu lugar [“... façamos o homem à nossa imagem e semelhança]. Teriam então aplicado sua tecnologia para desenvolver o homem a partir dos hominídeos aqui existentes (Tcharam! Surgiu o homo sapiens!). Esses supostamente teriam sido considerados os Deuses Sumérios (e também todos os outros Deuses por todas as outras colônias por passaram – Egito, México?). Na Suméria eles foram chamados Anunnakis, e foram identificados como originários de um Planeta chamado Nibiru, o 12º Planeta.
“Ahh, que legal conhecer mais um mito antigo misturado com paranóias malucas do século 21” você deve estar pensando. Calma aí, agora vamos aos fatos.
Os Sumérios possuíam um conhecimento astronômico altamente avançado. Os pobres gregos, milênios depois, só sabiam calcular até 10.000 – o resto era infinito – arqueólogos encontraram na antiga cidade de Nínive um cálculo sumério cujo resultado final corresponde a 195.955.200.000.000 (!)
Esses registros sumérios falam sobre a existência de Plutão (Ga.GA), planeta que só foi descoberto pela ciência atual em 1930 (eu não diria descoberto, eu diria comprovado). Falam também sobre sua composição química, afirmam que ele na verdade era um satélite de Saturno que se “desprendeu” numa das passagens de Nibiru ganhando órbita própria (já chegamos lá). Eles chamavam a Lua (Kin.GU) de pote de chumbo e diziam que seu núcleo era uma cabaça de ferro. Não é de se estranhar que a NASA tenha confirmado esses dados durante a expedição Apolo.
Além disso, falavam sobre Urano (ANU), Netuno (NUDIMMUD), Saturno (AN.SHAR), suas colorações, disposições, etc e chamavam a Terra (TIAMAT) de 7º Planeta contados de Plutão em direção ao Sol (AP.SU).
Mas espere aí, esse conhecimento seria possível há mais de 5.000 anos?
Pensando sem romper o casulo, obviamente não! Mas se eles não tinham como obter todas essas informações, quem lhes transmitiu esse conhecimento? A resposta já nos foi supostamente dada pela própria civilização suméria: Foram os “Deuses” Annunakis.
Tudo o que estou citando são informações próprias dos escritos sumérios de acordo com as traduções e estudos do arqueólogo e lingüista Zecharia Sitchim.
Ok, mas onde está esse Nibiru então? E porque dizemos 12º Planeta ao invés de 10º?
Os Sumérios contavam AP.SU e Kin.GU (Sol e Lua) como corpos planetários. Portanto temos aí, junto aos 9 planetas conhecidos, mais 2. E o 12º? Bingo!!!

Dê uma olhada nessa figura suméria. Note na parte de cima que é representado o sistema solar com ONZE corpos ao redor do sol.
O Sol, por sua vez, tem seus raios representados na forma de triângulos. Quanto a esse fato, transcrevo abaixo um trecho do livro Genesis Revisitado, de Sitchim:

“Em 1980, os astrônomos do observatório de Grande Altitude da Universidade do Colorado fotografaram o Sol com uma câmera especial durante um eclipse observado na Índia. As fotos revelaram que devido às influências magnéticas, a coroa solar aparece como um disco com raios triangulares saindo da superfície - como mostrara a ilustração dos sumérios, um milênio antes.
Em janeiro de 1983 enviei essa "ilustração enigmática" do selo cilíndrico sumério ao editor do Scientific American, jornal que anunciou a descoberta dos astrônomos. Em resposta, a 27 de janeiro de 1983, o editor Dennis Flanagan respondeu:
Agradeço sua carta de 25 de janeiro.
O que o senhor informa é muito interessante e poderemos publicar.
"Além dos muitos enigmas que esta ilustração suscita", eu tinha escrito em minha carta, "principalmente o da fonte do conhecimento sumério, soma-se agora sua aparente familiaridade com o verdadeiro aspecto da coroa solar.”
Será a necessidade de descobrir a fonte do conhecimento sumério que ainda impede a publicação do que o Scientific American considerou “muito interessante'”?”


A ciência [ainda] não pode admitir que os Sumérios já sabiam de tudo, e TODOS esses fatos não passam de MERAS coincidências.
Ainda de acordo com o conhecimento Sumério, a Terra seria o resultado de uma colisão de Nibiru com TIAMAT, bem antes da visita dos Annunakis. Dessa colisão é que teriam surgido a Terra, a Lua (ambas parte de TIAMAT, sendo a Terra a porção maior que atraiu a Lua) e o Cinturão de Asteróides, que seriam os outros fragmentos de TIAMAT que, ao contrário de KIN.GU, passaram a orbitar o Sol e não a Terra (uma ótima teoria para explicar o surgimento desses corpos celestes orbitando o sol num formato circular, já que a ciência ainda não encontrou uma teoria totalmente aceita).
Plutão, teria sido antes dessa colisão um satélite de Saturno que se desprendeu devido a atração gravitacional provocada na passagem de Niburu. Também essa teoria explicaria a inclinação de Netuno, que também teria tido seu pólo atraído pela massa de Nibiru. E, a mais curiosa, daria uma nova cara à teoria da formação geológica da Terra, com aquele buraco (?) enorme no Pacífico e a rápida expansão continental (como a Terra seria uma das partes que “sobrou” da colisão, ela estaria se recuperando desse impacto).
Sabemos que os planetas fazem sua rotação em sentido anti-horário, sendo a rotação de Plutão a maior com 6.387 dias (17 anos e meio mais ou menos). Segundo as conclusões que Sitchim tirou de seus estudos, a rotação de Nibiru é retrógrada e ocorre em sentido Horário e tem duração de 3.600 anos. Isso explicaria porque a ciência atual ainda não identificou Nibiru (ou reluta para ratificá-lo), pois sua orbita extremamente elíptica estaria agora saindo de seu apogeu, bem além de Plutão.

Porém, se considerarmos a rotação normal de quaisquer planetas, em breve a ciência poderia identificá-lo. Assim que ele voltar a se aproximar de Plutão, em direção ao perigeu. Como este planeta possivelmente possui calor e luz própria, dados os longos períodos de distancia do sol, é bem possível que quando passa pela Terra seja visto como um “segundo sol”.
Diversos são os registros antigos, tanto Sumérios quanto Egípcios, da veneração a um grande objeto solar representado com asas. Um desenho egípcio desse Sol Alado foi mostrado no post sobre Pirâmides. Não se sabe exatamente o que ele representa, mas não seria presunçoso dizer que se trata do 12º Planeta ou das naves dos Annunakis.
O curioso é que a religião suméria parece ter afetado praticamente todas as culturas ao seu redor, dos semitas aos gregos.
Os antigos “contos” sumérios são a origem comprovada dos textos bíblicos da criação encontros no livro de Genesis, incluindo a criação em si, o dilúvio, os anjos com suas “escadas” para o céu, etc (tudo começa fazer algum sentido).
O Panteão de Deuses Gregos foi fatalmente influenciado pela cultura suméria, inclusive no que se refere à manutenção do número dos 12 deuses fixos (Os Annunakis “Superiores” também eram sempre 12).
Uma das histórias sumérias mais conhecidas é a história do dilúvio, na bíblia retratada por Noé e nos contos sumérios por Ziusudra. Esse registro representaria uma das catástrofes causada por uma das passagens de Nibiru. Como dito acima, cada vez que Niburu vem em direção a seu perigeu, ele modifica consideravelmente o alinhamento dos corpos celestes, devido à sua grande massa (4 vezes maior que a da Terra).
Uma dessas passagens teria provocado um deslocamento polar da Terra e originado uma espécie de maremoto.
Não só a bíblia e os sumérios falam de um grande dilúvio, mas pelo menos uma civilização em cada continente, das antigas civilizações americanas aos povos europeus.
Levando-se em consideração que cada passagem de Nibiru causa essas variações, não seria estranho fazermos alguma ligação entre o retorno de Nibiru e os atuais acontecimentos que nosso planeta vem enfrentando como nunca antes: grandes terremotos, tsunamis, mudança do clima global, etc. Seria tudo isso apenas reflexo da aproximação de Niburu?
Alguns, mais religiosos, poderiam dizer: “É o final dos tempos”.
Neste caso, eu iria mais longe, fazendo um link desse assunto com outro assunto correlato que andei lendo.
Tanto a Bíblia Hebraica quanto a Bíblia Cristã falam sobre grandes catástrofes no “final dos tempos”. Deste conceito foram criados diversos arquétipos apocalípticos e diversas datam já foram dadas como o dia do final da humanidade, desde os tempos em que a bíblia cristã foi concluída, porém NENHUMA se concretizou.
Acontece que Jerônimo, Santo Católico que traduziu a bíblia para o Latim, traduziu vários termos que perderam seu sentido original quando lidos em Latim e com o passar dos anos foram perdendo ainda mais quando retraduzidos para outras línguas.
O termo “Aeon” é um dos que figuram de maneira errada em algumas traduções. Este termo significa literalmente “era” (age) e não “mundo” (world, na versão King James).
Algumas bíblias apresentam a famosa frase “Estarei convosco até o final do mundo”.
Outras se aproximam mais e traduzem Aeon por “período de tempo”, “século”: “Estarei convosco até o final dos tempos / dos séculos”.
Porém, a maneira que deveria constar é: “Estarei convosco até o final da era”.
Aí entra a pergunta: e quando é o final da era?
Bom, essa era melhor deixar pra outro post mais completo, para não misturar as coisas. Mas vou tentar fazer um resumão sobre o assunto.
Para entendermos esse conceito de “era” é preciso voltar milhares de anos e estudar o simbolismo (acreditem!) do zodíaco. Certamente vocês já ouviram falar da Era de Peixes e da Era de Aquários.
Pode parecer uma história meio esquisita, mas não tem nada a ver com horóscopo nem astrologia barata. Tem a ver com o movimento de precessão da Terra, que envolve uma mudança periódica em torno de seu próprio eixo. Esse movimento faz com que a cada equinócio vernal o sol cruze o equador um pouco antes do ponto que cruzou no ano anterior. Devido a esse movimento, o sol cruza cada uma das constelações zodiacais em cerca de 2.156 anos e toda a constelação a cada 25.868 anos.
A última vez que o sol “mudou” de constelação foi em torno de 500 d.c. finalizando a Era Áries e iniciando a Era de Peixes e a próxima ocorrerá em torno de 2.600.
Para muitos Cristãos Ortodoxos essa mudança para a Era de Aquário estaria relacionada à Era do Anticristo bíblico, tentando acabar com a era de Peixes, para que então venha o “fim do mundo”. O Peixe sempre foi o símbolo de Yeshua desde os tempos dos primeiros cristãos. E Yeshua teria nascido mais ou menos 500 anos antes dessa passagem e sua história, sem a menor sombra de dúvida, é uma das que mais influenciou a humanidade nos últimos 2.000 anos, Era de Peixes, coincidência ou não.
Já para a maioria dos cristãos esotéricos (como a Gnose) ou para os que seguem alguma filosofia de misticismo a Era de Aquário representa nada mais que a passagem de uma fase. Não o “fim do mundo”, mas o “Fim da Era” (Mais uma. Atlântida e Lemúria entram aqui, lembram?...) E falando em passagem, Nibiru, por sua vez, entra aqui.
Se, independente de crenças religiosas, apenas considerando o movimento de precessão da Terra, sabemos que esta era está chegando ao fim, faz sentido admitir que as “profecias” de todos os tempos coincidentemente parecem estar se realizando e, voltando a falar sobre Niburu, este final de ciclo seria ocasionado logo em breve pela sua passagem
Acreditemos nisso ou não, os cálculos de Sitchim apontam a passagem de Nibiru para o início de 2013. O curioso disso tudo, é que a civilização Maia (que tem grandes semelhanças com os sumérios, mesmo estando quilômetros e anos de distância) possui um calendário muitíssimo bem elaborado para aquela época. Esse calendário, porém não é como o nosso Gregoriano, infinito. Ele é finito, e marca o último dia em 21 de Dezembro de 2012 (muito próximo de 2013 ãhn?).
Bom, aí já são outras especulações.
Para quem se interessar em aprofundar-se nesse assunto e entendem como, segundo Sitchim, se deu a chegada, a estádio e a retirada dos Annunakis na Terra, sugiro a leitura de 4 livros:
- O 12º Planeta
- Gêneses Revisitado
- A Guerra Entre Deuses e Homens
- O Código Cósmico.
Todos eles são de Zecharia Sitchim e fazem parte da coleção Crônicas da Terra.
Os livros não são muito fáceis de encontrar em qualquer livraria. Não sei se existe algum boicote contra o autor. Só encontrei em Sebos.
E apesar de ainda não ter encontrado, também indico o livro que dá nome a este post:

"Eram os Deuses Astronautas?", Erich von Däniken.


“Quando o segundo sol chegar para realinhar a órbita dos planetas, derrubando com um sombra exemplar o que os astrônomos diriam se tratar de um novo cometa”

Deixe seu comentário:
Quinta-feira, Agosto 21, 2008

QUANDO OS GIGANTES VIVIAM NA TERRA

Bom, o post de hoje não é grande. Mas os sujeitos do assunto são pra lá de enormes: GIGANTES.
Antes de iniciar o post gostaria de fazer um pequeno comentário sobre algo que vim conversando com alguns leitores do blog e pessoas que se interessaram por essas “doideras”. A questão é a seguinte: Por que todos esses temas “fantásticos” são desconhecidos e poucas pessoas ouvem falar deles? Por que não aprendemos na escola a possibilidade da existência de continentes submersos, gigantes, teorias paralelas sobre a história da antiguidade, etc?
A resposta é relativamente simples, a Ciência se pauta em pesquisa e comprovação. Tudo o que contrarie o status quo das coisas precisa ser provado.
Agora imagine o seguinte: suponha que alguns dos famosos mistérios sejam dados como “comprovados”, por exemplo, que a Esfinge date de 10.000 a.c. (E não +/- 3.000 a.c.), que existiram gigantes, que exista um 10º Planeta além da órbita de Plutão, etc etc etc.
Imaginou? Se você não conseguiu entender a relação, pense mais um pouco. Grande parte da ciência precisaria ser revista: o evolucionismo teria de ser revisitado, a data provável do surgimento do homo sapiens seria bem anterior, a astronomia não estaria tão avançada o quanto parece, enfim todo campo biológico, antropológico, histórico-arqueológico, etc.
Aceitar mudanças, quebrar paradigmas, leva décadas, senão séculos. Imagine-se na idade média. Eu lhe digo: “A Terra está ‘voando’ no espaço e girando ao redor do sol”. Dá pra imaginar o reboliço e o quanto eu seria taxado de louco, não é mesmo? E sabemos que foi o que aconteceu. Mas naquela época o conhecimento estava dogmatizado nas mãos da Igreja Católica e hoje não mudou muito, apenas passou das mãos da Igreja para as mãos da Ciência. Em tempos passados tudo que você dissesse que contrariasse a Igreja, poderia te levar ao Tribunal da Inquisição. Em tempos atuais, tudo o que você disser que contrariar a ciência, poderá te levar à cadeira dos loucos, dos desacreditados e esotéricos malucos.
Eu, pobre leitor de livrinhos e teorias, apenas acredito que nem tudo o que foi descoberto foi revelado pela ciência. Não é a fogueira que faz calar, é o paradigma. A flexibilidade de pensamento, esta é a única que nos permite rever nossas próprias teorias.

Voltando ao tema de hoje, vou colocar algumas coisas que encontrei sobre artefatos arqueológicos que estranhamente remetem a existência de gigantes em tempos antigos.
Existe um livro onde diversos relatos e registros arqueológicos estão reunidos. O livro se chama “Genisis: 6 Giants” de Steve Quayle, historiador que pesquisa o tema gigantes há mais de 30 anos.
A Bíblia é um dos livros que relata várias vezes a existência dessa “raça”. Talvez a Bíblia não seja o melhor livro de referências para um pesquisador, mas na pesquisa não precisamos lê-la como Livro Sagrado, mas sim como Livro Histórico. É indubitável que ela é um ótimo registro histórico, ao menos as versões originais em Hebraico.
Abaixo reproduzo o trecho que dá nome ao livro de Quayle:

Naquele tempo viviam gigantes na terra, como também daí por diante, quando os filhos dos Deuses se uniam às filhas dos homens e elas geravam filhos. Estes são os heróis, tão afamados em tempos antigos. [GENESIS 6]

O texto hebraico original chama a estes gigantes de Nephilim.
Este termo tem recebido diversas traduções por parte dos lingüistas e as mais usadas têm sido “Gigantes” e “Anjos Descidos”.
Zacharia Sitchim, em sua série de livros denominada “As Crônicas da Terra”, defende que os Nefilins são na verdade os Deuses Sumérios, seres de outro planeta além de Plutão que na Terra teriam sido considerados Deuses.
Estes homens, os Nefilins, teriam gerado filhos e filhas na Terra: [quando os filhos dos Deuses se uniam às filhas dos homens e elas geravam filhos]. Destas relações é que surgiriam os homens, bem como os gigantes antigos, extintos vamos dizer por “evolução”.
Interessante notar que o texto hebraico diz “filhos dos deuses” e não “filhos de deus”. O termo usado é Elohim (plural) e não Elohi (singular).
Muitos outros estudiosos, como Zecharia Sitchin e Eric Von Daniken, têm interpretado esses Nefilins não como simples gigantes, mas sim pela tradução “anjos caídos” sendo supostamente a passagem de seres extraterrestres pela Terra, na pré-história.
A Bíblia, porém, está longe de ser o único livro a falar sobre a existência de gigantes. Existem milhares e milhares de relatos, escrituras, mitos, arquivos, etc sobre o tema. No site de Quayle [http://www.stevequayle.com/Giants/pics/giants.html] podemos ver diversas fotos e registros, tanto arqueológicos quanto histórico-culturais.
Na cultura Grega também existem as histórias dos gigantes, uma primeira geração de filhos dos Deuses nascidos na Terra da União de Uranao com Gaia. Na mitologia grega esses gigantes são chamados de Titãs.
Talvez um dos povos que mais apresenta história sobre gigantes sejam os povos nórdicos, vikings. Na mitologia nórdica, totalmente igual às anteriores, o gigante Ymir deu origem a todos os outros gigantes do mundo. Somente depois dos gigantes é que surge a raça de humanos, criada por deuses.
Na Índia e no Tibet essa raça de gigantes, estaria em um estágio evolutivo em que os gêneros já haviam se separado em machos e fêmeas e é chamada Danavas.
Lembram-se do post sobre Atlâtida e Lemúria, onde comentamos que segundo as lendas os Lemurianos tinha estatura ligeiramente superior? Talvez todos estes povos tenham nada mais que uma mescla de tradições para a mesma história: os descendentes lemurianos.
No livro Death Valley Men, Bourke Lee reproduz suas entrevistas com moradores de um local cujas lendas nativas falam de uma cidade subterrânea chamada Wingate Pass e as descobertas de artefatos gigantes no local.
Um mineiro do local, que havia descoberto os artefatos procurou o Smithsonian Institute esperando que o fato fosse divulgado. Contudo, os cientistas do Instituto abafaram o caso, em 1940, selaram a entrada da caverna.
(Lembram-se do que falamos lá em cima sobre a ciência atual?).
O professor da Universidade do Arizona, Vine Deloria fez igual acusação ao Instituto, que teria encoberto o achado de sepulturas da civilização dos Moundbuilders. As sepulturas continham os restos mortais de centenas de gigantes além de ossos de mastodonte.
Por que essa relutância em manter o status quo das coisas? Simples, se pensarmos que demoramos anos para chegar à Teoria Darwinista e teríamos que levar mais anos e anos para aperfeiçoá-la segundo as novas descobertas, ou quem sabe descartá-la (!), talvez estas sejam apenas tentativas de manter a credibilidade do Darwinismo. Recentemente em 2006, um grupo de antropólogos não profissionais descobriu as pegadas de um homem "gigante" no estado de Kerala, no sul da Índia. "As pegadas são similares a outras encontradas na Austrália e Texas", disse Krishna Swamy, chefe da equipe. "Nós achamos água, um rio e vales ao redor da caverna. De acordo com as evidências, ele deve ter vivido há 30.000 anos".
No leito do Rio Paluxy, perto de Green Rose, Texas, E.U.A. , No leito do Rio Paluxy, perto de Green Rose, Texas, E.U.A. , foram encontradas marcas de pegadas de dinossauros, datadas de 140 milhões de anos atrás . O mais intrigante, porém, é a presença de um pé humano gigantesco com aproximadamente 58,40 cm bem ao lado das pegadas. As hipóteses de falsificação foram refutadas pelos cientistas. Resta agora supor se tal criatura era ou não do gênero humano.
Como eu não me pretendo estender nesse assunto (se é que já não me estendi), estou colocando abaixo alguns outros fatos cronológicos que encontrei no site Mahabarata Vila Bol:

1833 - Rancho Lompock, Califórnia, soldados desenterraram um gigante de 3,5 metros, com uma dupla fileira de dentes em ambas as arcadas dentárias (superior e inferior).

1860 - Marion - Ohio (USA), achados esqueletos com 2,5 metros de altura

1879 - Arqueólogos descobrem um gigante de quase 3 metros em Brewersville, Indiana. (USA)

1880 - Sayre - Bradford County, Pennsylvania: um respeitável grupo de antiquários encontrou esqueletos humanos medindo mais de 2,3 m de altura. A peculiaridade desses esqueletos era a presença de chifres, localizados na testa, dois dedos acima das sobrancelhas.

1891 - Crittenden/Arizona (USA): operários que trabalhavam em uma escavação para as fundações de um novo prédio descobriram a tampa de pedra de um enorme sarcófago. Dentro foram encontrados os restos mortais de um gigante de 2,75 metros de altura.

1891 - A revista Nature, em 17 de dezembro noticiou a descoberta do esqueleto de um homem notavelmente robusto vestindo, armadura, capacete e máscara de cobre; ao seu lado, o esqueleto de uma mulher.

1903 - Em uma excursão arqueológica, em Fish Creek, Montana (USA), um grupo de estudantes da Universidade de Princeton desenterrou o esqueleto de um homem que media mais de 2,7 metros; ao lado, uma mulher igualmente alta.

1930 - Em uma caverna perto do grande canyon Barranco de Cobre, norte do México, o explorador Paxton Hayes descobriu 34 homens e mulheres mumificados. Tinham entre 2,3 a 2,5 metros de altura e eram todos louros.




Deixe seu comentário:
Segunda-feira, Agosto 18, 2008

OS CONTINENTES PERDIDOS

Não são recentes as especulações sobre Atlântida e Lemúria. Narrativas a respeito da existência de antigos continentes perdidos fazem parte da história da humanidade desde tempos antiqüíssimos.
De todas elas a que mais parece ter fascinado gerações é a história de Atlântida, continente supostamente submerso há mais ou menos 10.000 anos.
Eu particularmente obtive um grande interesse pela história desses “continentes perdidos” desde a primeira vez que li algo a respeito, em especial a Atlântida.
São diversos os antigos textos que falam sobre a existência desses continentes, desde tribos indígenas na América até escritos gregos de Platão.
É preciso diferenciar as hipóteses da existência de antigos continentes perdidos da afirmação científica dos antigos blocos continentais. Há 100 milhões de anos a estrutura das terras submersas no planeta era bem diferente da que hoje conhecemos. Toda massa de terra encontrava-se unida em um único bloco continental: a Pangéia.Os supostos continentes perdidos, por sua vez, seriam bem posteriores à formação da Pangéia. Sendo na verdade o resultado das atividades geológicas da Terra, assim como as Américas, a África, a Eurásia e a Oceania.
O primeiro continente onde teria havido vida civilizada (não no sentido tecnológico, mas no sentido de desenvolver a agricultura e a pecuária como meios de subsistência) teria sido Mu. De Mu é que a vida humana teria se espalhado ao redor do globo (contrariando o argumento cientifico atualmente aceito de que a vida civilizada surgiu e se espalhou a partir da Mesopotâmia). Os Lemurianos ou “Mus”, e posteriormente os Atlantes, é que teria chegado à região da Mesopotâmia levando seus conhecimentos já civilizados.
As pesquisas a respeito da literatura disponível sobre Mu são extremamente escassas e só vieram à tona quando James Churchward (1851-1936) decifrou antigas inscrições em pedra revelando a existência de Mu, conforme diziam as antigas lendas indígenas da América do Sul caídas no esquecimento após a chegada dos Europeus. De acordo com essas lendas, Mu era um continente rico em ouro, prata e cobre e situava-se ligeiramente abaixo da linha do equador. A literatura disponível não contém informações sobre quando teria surgido este continente ou quando teria sucumbido.
Quanto à Lemúria diz-se que tratava-se de um continente situado no Oceano Pacífico, entre a Austrália, Ásia e parte do Sul da África. Pode haver alguma relacão entre as lendas de Mu e de Lemúria, podendo ser na verdade duas versões para a mesma história, perpetuadas por diferentes povos e tradições
Na costa americana no Oceano Pacífico existem diversos vestígios de civilizações antigas que guardam estreitas relações entre si, indicando que em tempos remotos poderia ali haver uma “passagem” entre os dois blocos continentais, a suposta Lemúria ou Mu.
Os Lemurianos seriam a “segunda raça humana”, mais evoluida que a primeira. As duas teriam coexistido, mas a primeira raça era mais primitiva.
A Continente Lemuriano, por sua vez, seria muito anterior a Atlantida, e o homem Lemuriano ainda era um pouco diferente do Homo Sapiens, apresentando estatura superior e aparencia fisica ligeiramente diferente.
Seriam talvez os gigantes tão mencionados pelos registros antigos? Talvez os Lemurianos, tendo se deslocado para outras regiões do Globo (A Mesopotâmia como dito acima, por exemplo) seriam as fontes genealógicas da mitologias envolvendo gigantes mencionadas por diversas culturas, incluindo a Bíblia.

“Naqueles dias estavam os nefilins (gigantes, em hebraico) na terra, e também depois, quando os filhos dos Deuses conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na antigüidade." (Gênesis 6:1-4)

“Também essa foi considerada terra de gigantes; antes nela habitavam gigantes, e os amonitas os chamavam zamzumins” (Deuteronômio 2:20)


Só para citar alguns, pois há diversos outros versículos sendo o mais famoso a passagem na qual o Rei Davi derrota o gigante Golias. Pretendo postar curiosidades arqueológicas sobre fósseis humanos gigantes num post posterior.
O continente originário dos Lemurianos teria sucumbido devido a duas grandes catástrofes. A primeira teria eliminado quase a metade do continente original e a segunda o teria submergido definitivamente.
Já a Atlântida seria uma civilização existente milênios depois onde hoje se situa o Oceano Atlântico, entre o Nordeste da África , a Europa e a América do Norte.
Os Atlantes descendentes da segunda raça, formavam agora a terceira raça após um ciclo de destruição.
Conforme falamos acima, a respeito da Pangéia, a existência de uma grande massa de terra submersa na região onde supostamente estaria Atlântida explicaria porque a costa brasileira e a costa africana se encaixam quase que perfeitamente ao passo que a Europa não parece fazer parte do “quebra-cabeças” com a Amércia do Norte, a menos que houvesse uma outra peça entre elas. (Voltem lá na figura acima e observem o "buraco" que há na Pangéia nos locais onde estariam Atlântida e Lemúria/Mu. Faltam peças?).
Os Atlantes seriam uma civilização muito mais avançada que os Lemurianos (e provavelmente muito mais avançada que a nossa em termos tecnológicos e espirituais)
Segundo todos os relatos, os Atlantis se desenvolveram de forma extraordinária, possuindo conhecimentos e riquezas jamais visto na Terra. Platão fala que Atlântida era capaz de prover seus habitantes com todas as condições de sustento, apesar de receber de fora muito do necessário, provavelmente através do comércio.
Neste continente teria se desenvolvido tamanho conhecimento metafísico, que fala-se até mesmo de poderes que – segundo as condições físicas que conhecemos hoje – chamaríamos de sobrehumanos. Segundo algumas teorias, supostamente teriam sido os Atlantes que levantaram as primeiras Pirâmides naquele continente, espalhando os “segredos” de sua construção ao Egito e demais locais onde se encontram pirâmides.
É neste ponto que chegamos à questão mais controversa sobre Atlântida ou Lemúria. Aceitar a existência de continentes submersos não é nada avesso nem ao mais ortodoxo cientista, desde que provas geológicas e arqueológicas sejam encontradas. Mas aceitar que seus habitantes eram possuidores de um conhecimento “oculto” que se perdeu no tempo, é outra história...
Para entender melhor a Atlântida é preciso situá-la no tempo, em três etapas:
A primeira seria há mais ou menos 100.000 anos, logo após o declínio da civilização Lemuriana. Esta primeira civilização teria alçando seu auge em termos tecnológicos e espirituais, desenvolvendo toda a capacidade humana abertamente. Ou seja, tudo o que se começa a estudar sobre física quântica hoje, esses Atlantes já dominavam. E por dominá-lo sabiam como utilizar e conduzir o poder da mente para realizar diversas tarefas cotidianas (qualquer semelhança com Star Wars não é mera semelhança – Que a força esteja com você!!!).
Com o passar dos milênios, como é natural em qualquer civilização, foi havendo um declínio gradual dos Atlantes. Muitos teriam passado a utilizar “a força” de maneira incorreta e para fins impróprios (Cavaleiros Jedi versus Sith?).
Isto teria ocorrido na segunda etapa Atlante, por volta de 50.000 anos. Neste período teria ocorrido a destruição de uma parte do continente, modificando sua configuração. Diz-se até mesmo que essa destruição teria sido causada por má manipulação de energia atômica.
Após essa destruição, e com a degradação da espiritualidade atlante que era essencial na primeira geração, esta civilização teria caido em declínio e os conhecimentos das técnicas de uso da “força” teriam caido em desuso e depois em descrédito pelas futuras gerações.
No auge do declínio alguns teriam tentando criar uma “raça pura” através de experimentos genéticos, tentando criar um ser com maiores habilidades mesclando genes humanos com genes animais. Seja isto fato ou não, é uma fantástica teoria para explicar porque os Egípcios esculpiram Esfinges (homem, leão, águia) ou os gregos o minotauro (homem touro).
Ou seja, nada de idéia criativas de um artista maluco qualquer ou lendas mitológicas, mas representações de criaturas reais que existiram há milhares de anos e que eram nada mais nada menos do que falhas em tais manipulações genéticas.
(Essa fixação na criação de uma “raça pura” ainda encontrou adeptos na nossa era . Leia-se Adolf Hitler e sua raça ariana).
Nesta época alguns sacerdotes atlantes teriam chegado até mesmo a instituir o sacrifício humano como forma de apazigar as forças divinas, assim como faziam algumas tribos indigenas da América.
Foi então que em torno de 10.000 atrás os Atlantes teriam sucumbido de vez, sendo o que restava do continente engolido pelo mar no espaço de uma noite.
Os Atlantes dissidentes, agora espalhados pelas terras ao redor, tinham a tarefa de começar tudo outra vez. Alguns pelas bandas do norte da África, outros no leste Europeu, outros na América Central, etc.
Pirâmides no Egito, pirâmides no México, etc.
“Deuses astrounautas” na Suméria, “Deuses Astrounautas” na América.
Mitos sobre a destruição do mundo na Suméria, nas Américas, na Europa.
Coincidência ou tradição atlante?
Os dissidentes Atlantes teriam então decidido que todo conhecimento da “força” não mais seria aberto, como nos tempos antigos e que somente poucos grupos preservariam esses conhecimentos de modo secreto, através de sociedades iniciáticas onde para se ser aceito deveria se passar por uma bateria de testes, como as sociedades de mistério do Antigo Egito.Outros teriam, ainda, teriam decido abandonar esses conhecimentos e trabalhar apenas com as forças próprias da natureza, como os Celtas.
Todo esse conhecimento estaria então restrito a essas comunidades, até que, no constante ciclo de criação e recriação chegar o momento da destruição (e da nova criação/destruição/criação...) para que a humanidade pudesse dar mais um passo evolutivo e voltar a ter o domínio aberto a esses conhecimentos (Já assistiram à serie americana Heroes?).
Olhando a história por este ângulo, podemos encarar a evolução da humanidade em ciclos – onde o nosso parece desconhecer ter havidos ciclos anteriores, pois nos pautamos em uma ciência materialista que requer provas científicas.
Curioso notar que diversos conceitos religiosos tratam desses ciclos de criação e recriação.
No contexto judaico temos o dilúvio, destruindo a humanidade para um novo começo. No conceito cristão, além do dilúvio temos a esperança pela vinda do Messias para estabelecer um “novo céu e uma nova terra”. No conceito hindu, temos o Deus Shiva, o destruidor. Na verdade ele destrói para construir algo novo, assim, é visto como "renovador" ou "transformador".
Pois é, por mais distantes e diferentes as culturas possam parecer, no fundo todas elas têm uma similiridade...
Quem sabe vindas todas da mesma fonte, analisadas por ângulos e tradições diferentes.
Independentemente de acreditarmos ou não na existência e destruição desses continentes perdidos, fica para nós uma lição: se nossa raça continuar desreitando os limites de nosso ecossistema e se o homem quiser continuar a brincar de ser Deus, não temos outro destino senão a destruição própria.


Deixe seu comentário: